sábado, 24 de outubro de 2009

musée rodin

o museu rodin fica na casa em que morava o rodin. tem as suas esculturas originais, e sua grande obra, a porta do inferno. mas tem também, e isso é o melhor de tudo, algumas esculturas da camille claudel. é o museu mais lindo do mundo.
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La Vague (ou: Les Baigneuses) - da camille claudel
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não me lembro o nome dessa escultura, mas lembro que no filme (camille claudel), a camille ajudava o rodin a fazê-la.
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o pensador (e a pensadora)
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abrindo as portas do inferno, com uma ajudinha da dani (todas as outras obras do rodin estão na porta).
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Les Bourgeois de Calais (menos eu, que sou proleta)
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o humilde jardim do auguste.



les invalides

les invalides: é um enorme monumento parisiense, cuja construção foi ordenada por Luís XIV, em 1670, para dar abrigo aos inválidos dos seus exércitos. hoje em dia, continua acolhendo os inválidos, mas é também uma necrópole militar e sede de vários museus.
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pedra da roseta (que ajudou geral a decifrar os hieroglifos)
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túmulo do napoleão bonaparte (imenso para tão pequeno homem)
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jardim dos invalides, com a torre eifel ao fundo (moi et dani, florzinha querida que conheci na viagem)

$pose antes de entrar no museu (a tônica das fotos é: lenina metida se achando em paris)

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

still alive

pra quem, citando bethania/caetano, 'não sentiu o suingue de henri salvador'...

http://www.youtube.com/watch?v=WcIrnIo_Hao&feature=related

quarta-feira, 15 de julho de 2009

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Canção
(Emílio Moura)

Viver não dói.
O que dói é a vida que se não vive.
Tanto mais bela sonhada, quanto mais triste perdida.
Viver não dói.
O que dói é o tempo, essa força onírica
em que se criam os mitos
que o próprio tempo devora.
Viver não dói.
O que dói é essa estranha lucidez,
misto de fome e de sede com que tudo devoramos.
Viver não dói. O que dói,
ferindo fundo, ferindo,
é a distância infinita
entre a vida que se pensa
e o pensamento vivido.
Que tudo o mais é perdido.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

talavera de la reina

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gurias empolgadas saem a conhecer o mercado público de poa e seus arredores.
a 'fonte talavera de la reina', local das duas primeiras fotos, foi um presente da colônia espanhola ao povo portoalegrense em celebração aos 100 anos da revolução farroupilha. é o marco zero da cidade.



segunda-feira, 8 de junho de 2009

ventos do sul

como se o frio curitibano não bastasse, as três irmãs escolheram um novo porto, mais ao sul.
é bem verdade que, em termos absolutos, curitiba continua sendo mais geladinha. mas o tal do minuano faz com que o sol seja imensamente apreciado a cada minutinho do dia.
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apesar do frio, porto alegre é linda e cheia de vida. tem uma porção de museus e cantinhos charmosos, tem parques e briques lotados, e tem por-do-sol à beira rio.
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voilà nosso belo fim de tarde na usina do gasômetro. perfeito.



segunda-feira, 11 de maio de 2009

tá bom, vai

a culpa é o que move o mundo (o meu, pelo menos). não consegui largar uma frasezinha qualquer e sair daqui...vê se pode.
deixo, então, uma foto bonita do museu da imigração polonesa. é a 'ajeitação' de uma casa antiga, e fica no bosque do papa, em curitchiba mesmo.
pra expiar a culpa de vez, tirei a foto sem saber que não podia, embora houvesse um aviso e eu tenha sido avisada em voz alta. pois eu não li o aviso e não escutei o conselho...estava distraída com a réplica da casa...foi sem querer querendo.



preguiça-ça

pra não caracterizar abandono de lar, aviso aos navegantes que tem atualização nos chuchus.
sim, eu sei, a ideia é mantê-los independentes. mas é que me deu uma preguiiiiiça...

quinta-feira, 23 de abril de 2009

a-mo

hoje é aniversário da orlanda bonita avó da lenina (tem quem a chame de orlinda, tamanho seu charme e encanto).
em alguns momentos não podíamos imaginar que estaríamos aqui, a comemorar os 80 anos da avó lutadora e doce, que nos ensinou as primeiras cantigas e nos defendeu das broncas maternas.
nosso amor por essa dama é infinito.

terça-feira, 7 de abril de 2009

caminhos trilhados

pela ordem cronológica dos fatos.

caminhos de curitiba: cidade vista do alto, mais precisamente do 22º andar da marechal deodoro. no coraçãozinho da cidade, estava eu assistindo a uma palestra e avoando beeem longe.


caminhos de paranaguá: fim de tarde à beira da piscina, acompanhada do meu amor e de um livro bom. tem como não ser feliz assim?

caminhos graciosos: saindo de morretes e aos pés da serra da graciosa, tentando agarrar todas as imagens belas que se mostravam. a serra chega a tirar o fôlego de tão imponente.

caminhos de volta pra casa: já no topo da serra, pertinho de curitiba, mas ainda cercada de verde e daquele ar fresco que só se encontra nessas paisagens.

êêê vidinha mais ou menos...